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Na proposição, o deputado aponta os desafios que pessoas com epilepsia enfrentam, como carência de serviços médicos, dificuldade de acesso e demora dos exames, problemas na aquisição de medicamentos para o tratamento e preconceito causado pelo desconhecimento da sociedade.
Para Dr. Bruno, a mobilização é importante para orientar os primeiros socorros em caso de convulsões, reduzir a discriminação e promover a inclusão dos pacientes na área de saúde especializada, melhorando, assim, o acesso aos cuidados existentes e a qualidade de vida.
A ideia é que no mês da campanha sejam promovidas palestras, atividades, campanhas educativas, seminários e workshops. O deputado espera que, com a iniciativa, o Estado destine mais recursos financeiros para aprimorar os profissionais capacitados e os locais de atendimento.
Dr. Bruno Resende argumenta, na justificativa da matéria, que cerca de 65 milhões de pessoas no mundo sofrem de epilepsia, e que somente 10% a 40% recebem tratamento, sendo a oferta praticamente inexistente fora das capitais do Brasil.
O PL 489/2024 está em análise na Comissão de Justiça.

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Com informações Web Ales